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O Paizão da trilha


Bom, sempre gostei da natureza e sempre dou um jeito de estar em uma praia ou numa montanha quando o trabalho permite. Dessa vez estava indo para Ubatuba, litoral norte de SP, e como sempre fugindo da capital tentando relaxar. Chegando lá, cidade calma, longe de temporada, guardei as malas e fui direto para a praia. Já não levei nada porque como estava sozinho isso poderia me atrapalhar a entrar no mar. O tempo estava ótimo, um sol calmo porém quente. E nisso decidi andar pela praia, já que estava meio vazia, e cheguei ao final dela e percebi que tinha uma trilha. Normalmente essas trilhas dão em outra praia ou algo assim, decidi seguir. Cruzei com um casal que estava descendo e continuei a subir, já imaginei que os dois estavam fudendo e eu atrapalhei. Eu estava somente de sunga e minha mala já ficou meia bomba. Nisso surge um cara do meio da trilha, estava voltando também, o cara era mau encarado, barba no rosto, olho claro e um corpo bem parrudo. Ele estava sem camisa e de bermuda militar, ele era peludo na medida certa. Cruzamos os olhares com cara de espanto e vi ele descendo os olhos até minha rola, ele parou de andar e fingiu estar olhando o mar. Nisso minha rola já estava completamente desenhada na sunga. Como ele parou, parei também e pude percebê-lo melhor, ele já estava meio suado, parecia estar andando ali há algum tempo. Foi quando perguntei a ele:
- Onde dá essa trilha?
Ele virou-se para mim e me encarou por uns instantes.
- Não cheguei a ir até o final mas muita gente vem pra ver onde dá.
Pra provocar, retruquei:
- E você, achou onde dá?
- Por mim, poderia dar aqui mesmo.
E olhou fixo em minha rola. E pediu pra eu segui-lo. Foi quando reparei nas pernas daquele homem, cara tipo machão mesmo.
Nos enfiamos um pouco mata a dentro e a gente não falava mais nada, só analisava cada parte do corpo um do outro. Até que ele encostou numa arvore e disse:
- Vem.
Não sabia o nome dele, não sabia nada, apenas deixei o tesão tomar conta do meu corpo e começamos a nos beijar, ele também tinha uma pegada forte, meio bruta. Coloquei uma mão na sua rola pra ver o que tinha guardado ali e me assustei com o volume que estava fazendo dentro daquela bermuda, não parecia ser muito grande mas era grosso para caralho com a outra mão já nas costas dele já fui descendo pra sentir seu rabo e ele fez o mesmo. Percebi ali que teria que dar pra ele também e encarar aquela rola grossa. Quando achei o rabo dele, ele já estava com o dedo dentro do meu, o suor dos nossos corpos facilitava tudo. Então comecei a lamber seu mamilo e ir abrindo sua bermuda, que logo caiu em seus pés. já pulando a rola pra fora. O safado era tão macho que nem cueca usava. Quando cheguei até sua rola pude ver o que me esperava, era uma rola grossa e cabeçuda, devia ter uns 18 cm. Já vi que ia chorar na rola do paizão e já fui caindo de boca na rola dele, tinha um cheiro de macho delicioso, pentelhudo e gostoso. Chupei aquela rola que ficava cada vez mais dura, nisso ele me levanta e me encosta na arvore e tira minha sunga. Quando minha rola pula, ele solta um "caralho, que rola é essa" e sem pudores já ajoelha e começa a sugar minha rola e tentar engolir ela inteira, ele sabia o que estava fazendo. Desceu até meu saco, colocou minhas bolas na boca e eu fui ao delírio. Quando ele percebeu que eu dei um leve gemido de tesão, ele me vira de forma bruta e abre meu rabo e sem cerimônias soca a língua bem fundo. Não consegui conter o gemido, inclinei um pouco meu corpo e ele só soltou um "adoro arrebentar um cu rosado assim" e vi que ele já estava com o pau babando. Ele levantou rapidamente, encaixou a rola entre minhas pernas e perguntou: "- Você quer?". Eu nem respondi nada, apenas inclinei meu corpo mais um pouco e senti ele dando uma cusparada no meu rabo e logo veio a pressão daquela cabeçona. Ele forçou, deu uma pincelada e forçou de novo. A cabeça passou me arrebentando, eu como um bom macho, aguentei como deu. E nisso ele foi de movimentando lentamente e eu sentindo cada cm daquela rola que agora parecia não ter fim. Olhei para baixo e minha rola babava muito, caralho, eu estava gostando. Ele já estava aumentando os movimentos e gritava que meu rabo era uma delícia, não nos preocupamos mais em estar em um lugar público, nosso tesão era mais importante. O cara foi ficando ofegante e eu estava pirando naquela rola, o cara sabia fuder. Quando dei por mim, ele já estava fuzilando meu rabo e eu nem me importava com mais nada. O barulho do corpo dele vindo de encontro com o meu estava tão alto que senti que ele estava próximo de explodir. E sem nem pensar, implorei pra ele encher meu rabo de porra. Vi um sorriso se abrir no meio daquela barba de lenhador, e ele só respondeu balançando a cabeça positivamente. Ai sim fui fudido de verdade, o cara foi ao delírio e ele começou a urrar grosso e alto, senti que o gozo se aproximara. Foi quando ele deu um urro mais alto e senti sua rola inchar dentro de mim. Ao terminar de gozar já puxou minha cabeça para sua rola e pediu para eu experimentar o gosto da sua porra e vi que saiu um pouco do meu rabo e caiu no seu coturno, percebi que eu estava arrombado. Sua rola já dava sinal de vida logo após de gozar, foi quando eu joguei ele de frente pra arvore e pude admirar seu rabo.
Um rabo redondo, malhado de macho, todo peludinho. Abri aquele rabo e já soquei a língua pra dentro, minha rola implorava por ele. Mandei ele ficar de 4 e comecei a preparar aquele rabo, ora sugava, ora colocava dois dedos. Coloquei a mão no meu rabo e peguei um pouco da porra e passei no rabo dele e posicionei minha rola e comecei a forçar aquele rabo. Senti as pregas dele se abrindo para minha rola entrar até afundar ela inteira. E comecei a bombar de leve, quando vi que ele arrebitou a bunda daí comecei a fuder de verdade. O cara aguenta rola sem reclamar, do jeito que eu gosto, só gemia baixinho com aquela voz rouca de macho, continuei fodendo mais forte e pedi pra ele virar de frango. Já estava com meu joelho sujo de terra e fiz ele deitar ali mesmo, lambi a porra que estava no coturno e continuei socando a rola nele. E pude ver a cara dele levando tora no rabo, que tesão de cara. Vi que seu pau estava babando de novo, e grudei meu corpo nele e comecei a beijá-lo. Nisso sua rola estava roçando na minha barriga no mesmo ritmo que eu socava a rola nele. Comecei a socar mais forte e os gemidos deles eles abafados dentro da minha boca. Vi que ele estava se contorcendo e aumentei a velocidade para gozar. Senti meu pau sendo apertado pelo rabo dele e percebi minha barriga ficar quente, o puto tinha gozado de novo. Aumentei as estocadas e num ultimo urro, enchi o rabo dele do meu líquido. E cai em cima do seu corpo. Ficamos quietos e ofegantes, até que eu quebrei o silêncio com meu riso dizendo que aquilo tudo foi muito louco, e ele completou dizendo próximo ao meu ouvido: "mas foi uma delícia!".
Descobri que ele seguiu carreira militar por anos e depois abandonou a incorporação e hoje leciona em Universidades.

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